O Museu de Mineralogia tem como principais objetivos:
- coletar, preservar e expor minerais ou peças que estejam diretamente relacionadas com a Mineralogia;
- contribuir para o aprimoramento do ensino da Mineralogia na Universidade;
- atender a um público diverso: alunos da Universidade, técnicos, cientistas, pesquisadores e visitandes em geral;
- divulgar e tornar conhecida a coleção de minerais da Escola de Minas e as riquezas naturais do Brasil e do exterior.
A coleção de mineralogia começou no pequeno número de amostras trazidas pelo fundador da Escola de Minas, o cientista francês Claude Henri Gorceix, em 1875, vindas do Laboratório de Mineralogia e Geologia, que foi fundado pelo próprio no Rio de Janeiro.
Enriquecido, de ano a ano, por doações de ex-alunos, professores, colecionadores, alunos e amigos da Escola de Minas, o Museu cresceu consideravelmente e sua coleção é considerada hoje como uma das maiores do mundo.
Podem ser vistas no Museu amostras mineralógicas do diamante aos minerais de urânio, amostras curiosas como o quartzito flexível (pedra mole), quartzo com inclusões aquosas, estalactites, belas coleções de topázio imperial, de quartzo, de ágatas, opalas e tantos outros minerais raros.
O visitante do Museu poderá também ver a Capela do Palácio dos Governadores e o Panteão onde se encontram depositados os ossos do fundador da Escola de Minas, Claude Henri Gorceix, transladados da França na década de 70, bem como seus instrumentos de trabalho e pesquisa.
E nas salas de Mineralogia na UFOP, temos alguns minerais como:
LIMONITA

Procedência: Nova Lima - MG
ARAGONITA

Procedência: Ouro Preto - MG
PIROFILITA

Procedência: Ouro Preto - MG
Enriquecido, de ano a ano, por doações de ex-alunos, professores, colecionadores, alunos e amigos da Escola de Minas, o Museu cresceu consideravelmente e sua coleção é considerada hoje como uma das maiores do mundo.
Podem ser vistas no Museu amostras mineralógicas do diamante aos minerais de urânio, amostras curiosas como o quartzito flexível (pedra mole), quartzo com inclusões aquosas, estalactites, belas coleções de topázio imperial, de quartzo, de ágatas, opalas e tantos outros minerais raros.
O visitante do Museu poderá também ver a Capela do Palácio dos Governadores e o Panteão onde se encontram depositados os ossos do fundador da Escola de Minas, Claude Henri Gorceix, transladados da França na década de 70, bem como seus instrumentos de trabalho e pesquisa.
E nas salas de Mineralogia na UFOP, temos alguns minerais como:
A limonita é um mineral muito comum na natureza. O que torna essa amostra interessante é o fato de que ela se apresenta incrustada em outro mineral.
Fórmula química: H2Fe2O4 (H2O)xProcedência: Nova Lima - MG
A aragonita tem a mesma composição química da calcita, ou seja, é o carbonato de cálcio, mas pertence a um sistema cristalino diferente. Nessa amostra, temos cristais aciculares, dando a impressão de um coral. Foi encontrada em uma gruta, o que é um fato raro no caso desse mineral.
Fórmula química: CaCO3Procedência: Ouro Preto - MG
A pirofilita, que nessa amostra está asociada à limonita, é utilizada na fabricação de materiais refratários. Em alguns casos, é difícil dostingui-la da sericita ou talco, sendo necessárias análises químicas especiais.
Fórmula química: Al2(OH)2Si4O10Procedência: Ouro Preto - MG
TURMALINA
Esse mineral apresenta-se em várias cores, desde o incolor ao negro. O termo turmalina refere-se em geral ao mineral de cor verde. Os espécimens de outras cores recebem outras denominações, como rubelita, afrizita, dravita, elbaíta, etc. A amostra em questão tem como curiosidade o fato de que se trata de um cristal relativamente grande, o qual, a partir de um certo ponto, se desdobra em cristais fibrosos. A turmalina é utilizada apenas na confecção de jóias.
Fórmula química: Trata-se de um alumino-silicato de cuja composição participam diferentes elementos, como ferro, boro, alumínio, sódio, etc.Procedência: Araçuaí - MG
MALAQUITA
Essa amostra se constitui, na realidade, de dois minerais: malaquita e dolomita. O primeiro, quando em grandes quantidades, é utilizado como minério de cobre. A dolomita se utiliza na fabricação de refratários para a indústria metalúrgica e como corretivo de solos destinados à agricultura.
Fórmulas químicas: CuCO3(HO)2 e Ca(Mg,Fe)(CO3)2Procedência: Ouro Preto - MG
QUARTZO
O quartzo é mais uma das diferentes formas sob as quais se apresenta o óxido de silício. Dele se extrai o silício, amplamente utilizado na moderna indústria eletrônica.
Fórmula química: SiO2Procedência: Congonhas do Campo - MG
A goetita é um óxido hidratado de ferro, que não tem aplicação industrial. Nessa amostra, aparece associada à psilomelana, um minério de manganês.
Fórmula química: H2Fe2O4(H2O)xProcedência: São Domingos do Prata - MG
A muscovita é o mineral popularmente conhecido como mica ou malacacheta. É utilizada industrialmente como isolante elétrico.
Fórmula química: KAl2(OH)2(AlSi3O10)Procedência: Caiana - MG
Trata-se de um mineral muito comum na natureza. Entretanto, essa amostra, com cristais prismáticos hexagonais, é um espécimem bastante raro.
Fórmula química: CaCO3Procedência: São Jerônimo - RS
A pirrotita é um sulfeto de ferro. As particularidades dessa amostra são a sua forma e o seu tamanho, que é de cerca de 14cm. Não tem aplicação industrial, mas é explorada devido ao níquel que, comumente, lhe é associado. No desmonte de rochas para a extração de ouro, aparece como pontos dourados, levando os menos avisados a confundirem-na com aquele metal precioso. Daí ser também conhecida como "ouro bobo".
Fórmula química: Fe1-xS, com x entre cerca de 0 e 0,2.Procedência: Nova Lima - MG